
A minha decisão é continuar acreditando até que - se for o caso - elas me dêem motivos concretos e reais para que eu passe a desacreditar. Porque, sinceramente, acredito que existem pessoas boas, fiéis, sinceras, éticas e humanas de verdade.A única coisa em que, infelizmente, deixei de acreditar faz alguns bons anos é no sistema político do Brasil. Veja bem: não estou dizendo que todo político é corrupto, mas que o sistema está corrompido.
E ainda assim, se me derem motivos concretos para voltar a acreditar num sistema eficiente e honesto, não pensarei duas vezes: acreditarei!Portanto, declaro a quem possa interessar que me junto a Peter Pan, à Wendy e todos os seus amigos para gritarmos bem alto: Eu acredito em Fadas! Acredito! Acredito!...Pois se cada vez que alguém diz ‘Eu não acredito em fadas’, uma pequenina fada cai morta no chão, estou certa de que cada vez que alguém diz que não acredita em pessoas sinceras, um coração sincero morre, em algum lugar do mundo!
Sim, eu acredito em fadas. E em duendes, gnomos, elfos e em seres que a maioria dos mortais não consegue sentir e nem visualizar.Podemos defini-las como um ser imaginário de espírito benevolente, cuja tarefa é a proteção dos seres humanos contra as maldições dos espíritos maus. Apareciam comumente na Terra a intervalos, deixando traços das suas visitas, sob a forma de lindas frutas que deixavam no gramado orvalhado, onde haviam pisado durante suas danças à luz da Lua.
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